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segunda-feira, 12 de agosto de 2019

“PT tinha um diálogo com nós cabuloso”, diz tesoureiro do PCC

O Jornal da Record revelou nesta quinta-feira (8) diálogos envolvendo membros da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), no qual envolvem o Partido dos Trabalhadores (PT).
No diálogo obtido através de uma investigação do Ministério Público Federal do Paraná, um tesoureiro da facção, Alexsandro Roberto Pereira, conhecido como Elias, reclama das ações do atual governo.
“A gente sabe que esse governo que veio irmão, esse governo aí ô, os cara começou o mandato agora, irmão, agora que eles começaram o mandato, os caras têm quatro ano aí pela frente, irmão”, reclama o criminoso.
Ele segue o diálogo reclamando que o governo Bolsonaro já começou o governo combatendo a facção criminosa, fazendo referência a transferência de criminosos para presídios federais.
“Os caras tão no começo do mandato dos cara, você acha que os cara já começou o mandato mexendo com nois irmão. Já mexendo diretamente com a cúpula, irmão. O… o… quem tá na linha de frente. Então, se os cara começou mexendo com quem estava na linha de frente, os caras já entrou falando o quê?”, questiona.
Em outro trecho do diálogo, o tesoureiro do PCC reclama da atuação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmando que com ele “não tem diálogo”.
“Com nois já não tem diálogo, não, mano. Se vocês estava tendo diálogo com outros, que tava na frente, com nois já não vai ter diálogo, não”, proferindo alguns palavrões contra Moro e afirmando que “ele veio pra atrasar”.
Durante a conversa, enquanto criticava o governo de Jair Bolsonaro, o criminoso afirma que a facção dialogava com o PT, sugerindo uma cooperação do partido.
“Ele começou a atrasar quando foi pra cima do PT. Pra você ver, o PT com nois tinha diálogo. O PT tinha diálogo com nois cabuloso, mano, porque… situação que nem dá pra nois ficar conversado a caminhada aqui pelo telefone, mano. Mas o PT, ele tinha uma linha de diálogo com nois cabulosa, mano”, disse.
Assista a reportagem da Record e ouça o áudio:
https://youtu.be/zuZ8qbRTyG4

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Governo paraguaio mergulha em crise por acordo secreto com Brasil sobre Itaipu

O acordo secreto assinado entre o Paraguai e o Brasil pela usina hidrelétrica de Itaipu, uma das maiores do mundo, atingiu duramente o Governo conservador do paraguaio Mario Abdo Benítez. Em menos de 24 horas renunciaram o ministro das Relações Exteriores, Luis Castiglioni, e três outros altos funcionários, incluindo o diretor de Itaipu. O presidente paraguaio foi escrachado em sua própria casa e o Congresso já investiga o assunto.
A maior crise do Governo de Abdo Benítez até o momento começou com a surpreendente renúncia do presidente da empresa estatal de eletricidade, a ANDE, Pedro Ferreira, na última quarta-feira. O funcionário deixou o cargo alegando que queriam obrigá-lo a assinar um acordo com o Brasil sobre Itaipu que não convinha ao Paraguai. Seu gesto despertou uma onda de solidariedade patriótica que se voltou contra o Executivo. Agora, um novo lema percorre as redes sociais e as ruas: “Desastre ko Marito”, símbolo da baixa popularidade depois de um ano de gestão do presidente do Partido Colorado.
O acordo reverte a divisão da energia de Itaipu acordada em 2009 pelo então presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e seu colega paraguaio Fernando Lugo. Aquela negociação triplicou a compensação que o Brasil pagava ao Paraguai até atingir os 360 milhões de dólares (1,365 bilhão de reais) por ano.
“Alta traição” e “extorsão financeira” foram as frases utilizadas por Ferreira para definir o texto secreto assinado por Abdo Benítez e Jair Bolsonaro em 24 de maio e que só foi divulgado na semana passada por exigência do Senado paraguaio e coincidindo com a renúncia do presidente da ANDE. Duas semanas antes, ambos os mandatários se encontraram na fronteira para encenar harmonia e anunciar projetos conjuntos de infraestrutura.
Depois da renúncia de Ferreira, o ministro das Relações Exteriores paraguaio deu uma inusual coletiva de imprensa em um domingo no meio da noite. Tentou explicar os benefícios do novo acordo, mas acabou dizendo aos repórteres que o Governo pedirá ao Brasil que o reverta. No dia seguinte, apresentou sua renúncia.
A solidariedade entre os governos de centro-esquerda de Lula e Lugo, que buscavam compensar as incalculáveis perdas que o Paraguai sofreu com a inundação de seu território na construção da represa, levantada pelas ditaduras de ambos os países, será agora substituída por um custo adicional de cerca de 200 milhões de dólares anuais para o Paraguai. Isso foi denunciado pelos técnicos paraguaios da hidrelétrica, pelos da empresa estatal de energia, pela oposição e pela imprensa local, que vazou até os áudios das novas negociações.
O novo contrato manterá o Paraguai quase com o mesmo uso da energia de Itaipu que o atual, o que, segundo a cientista política, professora e pesquisadora paraguaia Cecilia Vuyk, implica duas coisas: que seu país não poderá avançar em um maior uso de energia para novas indústrias e transporte elétrico e impedirá a contratação e venda de energia excedente a terceiros, mantendo a transferência da maior parte dela ao Brasil.
Itaipu (pedra na qual a água faz barulho, em guarani) é a joia energética da República, razão pela qual a questão da divisão dos lucros não é apenas uma questão de Estado, mas um debate popular na sociedade paraguaia. É um assunto apenas comparável em importância à Guerra Guazú (grande, em guarani), quando no século XIX o Paraguai foi invadido e espoliado pelas já então enormes potências Argentina e Brasil.
Segundo Vuyk, o tratado original beneficia o cordão industrial localizado em São Paulo e arredores e não o Paraguai, que utiliza menos de 15% da energia gerada.
A imprensa divulga as vozes de diplomatas, economistas, advogados, cientistas políticos, comunicadores e líderes sociais que debatem acaloradamente sobre o acordo desigual entre o Brasil e o Paraguai. É um tema habitual de conversas, que muitas vezes deriva nas nuances da renegociação do Anexo C do Tratado de Itaipu, assinado em 1973. Nos debates de rua também estão as quedas de energia que afetam, com muito maior regularidade que a desejada, até o centro da capital. Também a falta de infraestrutura industrial e rodoviária.
De acordo com o texto de 1973, ainda em vigor, o menor país, o Paraguai (sete milhões de habitantes), deve entregar os excedentes de energia a preço de custo para o maior, o Brasil. Esse acordo, que o Paraguai considera injusto, expirará 50 anos depois de sua assinatura. O prazo vence em 2023 e o período de negociação coincide com as presidências de Abdo Benítez e Bolsonaro.

Brasil está disposto a fazer justiça com Paraguai sobre Itaipu, diz Bolsonaro..

 O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira que o governo está resolvendo a situação de Itaipu com o Paraguai e quer 'fazer justiça', e assim evitar problemas para o presidente paraguaio, Mario Abdo.
'Lá você sabe como funciona, né? Lá é muito rápido o impeachment', disse Bolsonaro a jornalistas.
'Ontem conversei com o (Joaquim) Silva e Luna, presidente da parte brasileira da Itaipu. Estamos resolvendo esse assunto. Pode deixar que o Marito (Abdo) vai ser reconhecido pelo bom trabalho que está fazendo no Paraguai', acrescentou.
O acordo --considerado por autoridades e parlamentares paraguaios bastante prejudicial porque elevaria as despesas do país com Itaipu em cerca de 200 milhões de dólares--, foi divulgado ao público na semana passada, embora tenha sido firmado em maio, e levou à renúncia na segunda-feira do chanceler do Paraguai, Luis Castiglioni, e outras três autoridades.
'Olha, nosso relacionamento com o Paraguai é excepcional, excelente. Estamos dispostos a fazer justiça neste questão de Itaipu Binacional, que é importantíssimo no Paraguai e importante para nós', disse Bolsonaro.
'Não é questão de ceder ao Paraguai. Não é meio a meio? A princípio é por aí. As pequenas derivações a gente acerta aí', acrescentou.
Em entrevista à Reuters, o presidente do centro de estudos em energia Acende Brasil, Claudio Sales, disse que o acordo é positivo para o Brasil e corrige distorções que geraram custos extras para os brasileiros nos últimos anos.
(Reportagem de Lisandra Paraguassu)

domingo, 28 de julho de 2019

Novo hit de Midian Lima alcança marca histórica e cantora comemora

A canção intitulada "Não Pare", é a primeira do seu novo EP que contém seis canções

No último dia 10 de julho, estreou em todas plataformas digitais e também no Youtube, o novo single da pastora e cantora gospel Midian Lima. A canção intitulada “Não Pare”, é a primeira do seu novo EP, que contém seis canções.
Escrita por Priscila de Paula, “Não Pare” traz uma mensagem sobre renovo e é baseada na passagem da pesca maravilhosa, descrita em Lucas 5.

A pastora ganhou notoriedade nacional há dois anos quando lançou o álbum “Milagre”, que trouxe os sucessos Jó, Prioridade e Olharei Para O Alto.
Na última quarta-feira (24), a cantora usou as redes sociais para comunicar um fato inédito. A música ultrapassou 1 milhão de plays no Spotify Brasil em tempo recorde. O single está há 3 semanas entre As 50 Virais do Brasil, e a gospel mais bem posicionada (3º) lugar.
Entretanto, no Youtube, os números são ainda maiores, até o momento o clipe de “Não Pare” já conta com quase 14 milhões de visualizações.
Assim como aconteceu na música Jó, e Prioridade, a plataforma de vídeo está cheia de famosos e anônimos que estão fazendo covers da canção.
Em depoimento a pastora disse: “Deus disse que levantará muitos que estão caídos e, principalmente, pessoas que desistiram da vida. Deus fala em meu coração que é tempo de resgatar aqueles que pararam. Para muitos, o ano de 2019 já acabou, mas Deus me levantou com essa canção para dizer que muita gente ainda vai florescer este ano”.
A canção é uma das mais cantadas nas igrejas, e também nas rádios de todo país, e tem tudo para superar o sucesso que foi a canção Jó.
Assista ao clipe.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Aplicativo que envelhece o rosto é uma armadilha?

Na última semana, o FaceApp, aplicativo que projeta o rosto das pessoas na velhice, virou uma febre nas redes sociais. Milhões de pessoas se divertiram ao ver seus rostos enrugados e os cabelos brancos. O problema é que logo começaram a surgir suspeitas de que o aplicativo não é tão inofensivo quanto parece. Isso porque a empresa russa que desenvolveu o programa pode armazenar os detalhes físicos do usuário, além de ter acesso a uma série de informações pessoais. Um senador dos Estados Unidos já pediu uma investigação ao FBI pela suspeita de que o FaceApp seja um risco à segurança nacional e à privacidade dos cidadãos. O Procon de São Paulo também pediu explicações à empresa. Confira na reportagem! Para ter acesso ao conteúdo na íntegra, acesse PlayPlus.com

terça-feira, 20 de março de 2018

Rádio Gospel Adonai - Ponta Porã - Primeiro Lugar 2018 Em MS

A rádio agradece primeiramente a Deus e a todos os amigos,ouvintes,parçeiros,e colaboradores com a graça de Deus chegamos ano passado 2018 em primeiro lugar na Radiosnet no Segmento Gospel, em MS. agradeçemos a Deus por nos ajudar até aqui o Senhor nos sustentou,queremos aqui expressar a nossa gratidão nesses três anos que a radio esta no ar,a Radio alcançou muitas vidas através das suas programações