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domingo, 28 de outubro de 2018

EI crucifica cristão: “Se você ama Jesus, vai morrer como Ele”

Um cristão que fugiu de Qaraqosh quando a cidade foi tomada pelo Estado Islâmico (EI) compartilhou como os militantes violentamente crucificaram seu cunhado e forçaram sua esposa e filhos a assistir. Esam, casado e pai de três filhos, é um dos muitos cristãos que pensam em voltar para casa depois que os jihadistas estejam totalmente eliminados do Iraque. Isso parece mais forte que nunca, após forças internacionais obterem vitórias importantes e já terem livrado muitas cidades do domínio terrorista. Ele contou à ONG World Watch Monitor que monitora a perseguição religiosa, como a vida de sua família se tornou difícil após os extremistas terem anunciado o início do califado. Aqueles cristãos que não quiseram fugir receberam um ultimato: Abandonar a cidade, converter-se ao Islã, pagar o imposto de proteção (jiyza) ou ser morto. Saiba Mais Covardia: Pastor tem rosto queimado com ácido por grupos islâmicos Massacre: 900 igrejas já foram destruídas pelo Boko Haram na Nigéria Em vídeo, Estado Islâmico ameaça Papa Francisco: ‘Chegaremos a Roma’ Todos os que se recusaram a cumprir as exigências do EI tiveram um fim trágico. “O irmão da minha esposa foi crucificado pelo Daesh”, disse Esam, usando o nome árabe do Estado Islâmico. “Ele foi crucificado e torturado na frente de sua esposa e filhos, que foram obrigados a assistir. Disseram que se ele amava tanto Jesus, deveria morrer como Jesus”. Esam disse que os soldados torturaram seu cunhado das 18h às 23h. Cortaram seu estômago e deixaram as entranhas sair. Depois, atiraram nele e o deixaram pendurado numa cruz, onde morreu. O sobrevivente afirma que só conseguiram sair muito tempo depois e com a ajuda de uma organização cristã sueca foram para a Europa. Como milhares de outros cristãos iraquianos forçados a fugir de seu país, Esam está atualmente buscando refúgio na vizinha Jordânia. Um casal de parentes de sua esposa foi sequestrado pelo grupo terrorista, revelou Esam. Até hoje, não se sabe o que aconteceu com o marido, mas ele ouviu dizer que a mulher “agora vive com um dos soldados do EI”, provavelmente como escrava sexual. Essa é a condição de várias meninas de sua cidade natal. Lembrando que a imprensa só fala sobre as mulheres da minoria yazidi, ele ressalta que conhece muitas meninas cristãs que vivem “como escravas do Daesh”. Desde 2014, a mídia foi saturada de relatos de militantes do Estado Islâmico torturando e matando cristãos e outras minorias em nome do Islã. Hoje há um silêncio de cumplicidade sobre o assunto. Alguns órgãos de imprensa alegam que não fariam mais “propaganda” do terrorismo. Isso não ajudou em nada a diminuir a intolerância religiosa, mas muitos acreditam que a guerra acabou. Não é o caso. Há uma década, 35.000 cristãos viviam na cidade Mosul. Agora talvez 20 ou 30 permaneçam. À luz das atrocidades cometidas contra cristãos no Iraque e na Síria, Mark Arabo, líder da Fundação Humanitária de Minorias, está exortando os líderes mundiais para que se unam e garantam que ainda haverá lugar para os cristãos no Oriente Médio, depois do fim do EI. “O cristianismo precisa voltar a florescer no local onde se originou”, afirmou ele ao The Gospel Herald. Lembrou que o governo dos Estados Unidos e o Parlamento Europeu reconheceram que há um genocídio cristão, mas isso não os fez tomar medidas concretas. Seu desejo é que tudo mude com administração do presidente Donald Trump. “Precisamos fazer todo o possível para acabar com esse genocídio. Há passos específicos que podemos tomar, pedimos uma mente aberta e coração aberto para ouvirem a nossa demanda”, desabafa. (GospelPrime)
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sábado, 7 de abril de 2018

EUA reconhece oficialmente Jerusalém como capital de Israel

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu oficialmente nesta quarta-feira (6) Jerusalém como capital de Israel e solicitou ao Departamento de Estado que inicie o processo de mudança da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém. “Meu anúncio marca o começo de uma nova abordagem no conflito entre Israel e palestinos. Hoje reconhecemos o óbvio”, disse Trump em discurso feito na Casa Branca. Segundo o presidente americano, Jerusalém deve continuar sendo o lugar sagrado e local de culto de judeus, muçulmanos e cristãos. Trump também pediu calma e moderação, para que a ordem prevaleça sobre o ódio. O anúncio foi feito um dia após diversos alertas por parte da comunidade internacional, uma vez que os palestinos buscam ter Jerusalém Oriental como capital de seu futuro Estado. A cidade, no entanto, foi anexada por Israel durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, e passou a ser considerada sua capital indivisível. Com o anúncio, Trump cumpre uma lei que prevê o reconhecimento de Jerusalém como capital, adotada pelo Congresso Americano em 1995. A aplicação da lei vinha sendo adiada nas últimas duas décadas, sob justificativa de “interesses de segurança nacional”. “Depois de mais de duas décadas de adiamento, não estamos mais perto de um acordo de paz duradouro”, disse o presidente. O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu considerou o anúncio feito por Trump um “marco histórico”. O premiê afirmou que qualquer acordo de paz com os palestinos deve incluir Jerusalém como a capital de Israel e pediu que outros países sigam os EUA na decisão de transferir suas embaixadas a Jerusalém.
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terça-feira, 20 de março de 2018

Rádio Gospel Adonai - Ponta Porã - Primeiro Lugar 2018 Em MS

A rádio agradece primeiramente a Deus e a todos os amigos,ouvintes,parçeiros,e colaboradores com a graça de Deus chegamos ano passado 2018 em primeiro lugar na Radiosnet no Segmento Gospel, em MS. agradeçemos a Deus por nos ajudar até aqui o Senhor nos sustentou,queremos aqui expressar a nossa gratidão nesses três anos que a radio esta no ar,a Radio alcançou muitas vidas através das suas programações
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Perseguição aos cristãos deve aumentar em 2019, aponta estudo

De acordo com um estudo da Release International – organização que monitora o nível de perseguição aos cristãos em todo o mundo, a situação não vai melhorar neste ano. A previsão é que a violência e hostilidade contra os seguidores do cristianismo continue aumentando, como tem acontecido nos últimos anos. “A tendência ascendente é preocupante”, apontou o presidente executivo, Paul Robinson, que apoiou os pedidos para que os governos façam mais para “apoiar a igreja que sofre”. Entre os países que mais representam ameaças estão Nigéria, Índia e China Na Nigéria, os militantes da etnia fulani devem continuar com ataques devastadorescontra cristãos no norte e no centro do país. Só nos primeiros seis meses de 2018, eles mataram até 6 mil pessoas e deslocaram outras 50 mil. “A estratégia na matança é muito clara. Existe um plano deliberado para destruir e dominar as comunidades predominantemente cristãs da região”, disse um missionário que trabalha no país. Na China, houve um forte aumento da oposição do governo à religião, incluindo o cristianismo. Regras novas e difíceis que entraram em vigor em 2018, baniram crianças e jovens das reuniões e cultos realizados pela igreja. Em algumas regiões, igrejas domésticas que são vigiadas pelo Estado tiveram que se dividir para sobreviver. Quanto maior o número de cristãos reunidos em lares, mais a atenção dos policiais é atraída. A China continua sua campanha de remoção de símbolos cristãos e ainda investe no fechamento de igrejas no país. Igrejas não registradas são as mais visadas. Na Índia, os ataques contra cristãos por nacionalistas hindus estão em ascensão. Grupos violentos interrompem reuniões de oração. Vários estados aprovaram leis proibindo a chamada “conversão forçada”, forma como eles denominam o evangelismo. Outros países que causam grande preocupação para a comunidade cristã em 2019 são Coreia do Norte, Eritreia e Paquistão.
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Bolsonaro sanciona lei que permite aluno faltar à aula por guarda religiosa

Estudantes poderão faltar a uma aula ou deixar de fazer uma prova em dia de guarda religiosa Uma alteração na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional passa a permitir ao aluno faltar a uma aula ou deixar de fazer uma prova em dia de guarda religiosa. A lei foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada na edição desta sexta-feira (4) do Diário Oficial da União. Segundo o texto, assinado por Bolsonaro e pelo ministro da Justiça, o ex-juiz federal Sérgio Moro, estudantes de instituições públicas e privadas, de qualquer nível, poderão se ausentar mediante requerimento prévio, sem que haja “custos para o aluno”. A lei passa a vigorar a partir de março e as instituições de ensino terão dois anos para se adaptar à nova regra. Para compensar a falta e a prova, a instituição poderá reaplicar a atividade em uma data alternativa, no turno de estudo do aluno ou em outro horário agendado. Ou, então, determinar trabalho escrito ou outra atividade de pesquisa, com tema, objetivo e data de entrega definidos pela instituição de ensino. O projeto de lei foi apresentado em 2003 pelo deputado federal Rubens Otoni (PT-GO) e aprovado pelo Congresso no ano passado. De acordo com Otoni, o objetivo era “regulamentar um direito implícito na legislação brasileira”. O deputado chegou a citar os casos de protestantes, adventistas do Sétimo Dia, batistas do Sétimo Dia, judeus “e de todos os seguidores de outras religiões que guardam o período compreendido desde o pôr do sol da sexta-feira até o pôr do sol do sábado em adoração divina”. A aprovação da lei foi comemorada pelo presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, pastor Erton Köhler, no site Notícias Adventistas. Considero esta aprovação um milagre em um momento quando temos outras grandes decisões sendo tomadas pelo atual governo. A partir da agora, teremos mais liberdade para observar nossas crenças sem as dificuldades vividas até aqui. Não se trata de um instrumento de luta para nós, mas um reconhecimento da justa causa, no nosso caso, em relação à guarda do sábado”, destacou. Motivos de guarda religiosa já foram aplicados no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) que, desde 2017, passou a ser realizado em dois domingos para respeitar a ausência religiosa aos sábados. Segundo o Ministério da Educação, cerca de 100 mil alunos guardadores do sábado prestaram o exame.
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